Muita gente acha que a vida só faz sentido quando tudo sai do jeito que a gente planeja, né? Mas, mano, se tem uma coisa que a história de Moisés ensina é que Deus trabalha nos bastidores, transformando até o sofrimento em bênção. Moisés, que começou como príncipe do Egito e terminou pastoreando ovelhas no deserto, é o retrato da humildade forjada no fogo das dificuldades. O ministério da cura, antes de ser sobre milagres ou grandes feitos, é sobre aprender a servir, mesmo quando ninguém vê ou reconhece. E, cá entre nós, quem nunca se sentiu esquecido, subestimado ou até injustiçado no trabalho, na família, na igreja? A caminhada de Moisés mostra que, por trás de cada aparente fracasso, existe um convite divino para crescer, amadurecer e se tornar alguém realmente grande aos olhos de Deus. Se você busca sentido, propósito ou simplesmente quer entender como transformar dores em poder, fica comigo até o fim. Ah, e aproveita: já se inscreve no nosso canal do YouTube, visita nosso site e contribua com nosso ministério pelo PIX. Bora mergulhar nesse texto que pode mudar sua perspectiva!
A história de Moisés começa com uma baita frustração. Depois de finalmente tomar coragem pra enfrentar Faraó e pedir a libertação do povo, o que ele recebe? Mais opressão. O rei, desconfiado, acha que os hebreus estão tramando rebelião e resolve apertar ainda mais o cerco: “O mesmo dia, Faraó deu ordem aos chefes do povo e aos seus capatazes: ‘Não deis mais palha ao povo para fazer tijolos, como antes; que eles mesmos vão e recolham palha. Mas exigireis deles a mesma quantidade de tijolos que faziam antes, sem diminuir nada; porque são preguiçosos, por isso gritam: Vamos e sacrifiquemos ao nosso Deus.’” (Êxodo 5:6-8, NAA). A ordem foi cruel. O povo, já cansado, agora precisava catar palha pelos campos e ainda entregar a mesma produção. Era impossível. Resultado? Sofrimento, humilhação, chicote nas costas dos líderes hebreus. Sabe aquele sentimento de injustiça, de estar dando o sangue e mesmo assim ser esmagado? Moisés sentiu isso na pele. E a lição aqui é simples: nem sempre quando você faz o certo, o resultado imediato é vitória. Às vezes, parece que tudo piora. Mas, calma, porque Deus não se esquece do que te prometeu.
Essa fase dolorosa não foi só para Moisés, mas para todo o povo. Eles estavam acostumados a uma rotina dura, mas agora tinham que lidar com uma opressão ainda maior, sem tempo pra sonhar ou planejar qualquer coisa. Era trabalho dobrado, esperança pela metade. E, mano, quantas vezes a gente não se sente assim? Esperando por uma resposta, lutando pra sobreviver, enquanto parece que Deus está em silêncio. Só que, na real, é nesses momentos que Ele mais trabalha no nosso caráter. O sofrimento não é castigo, mas ferramenta. É como se Deus dissesse: “Eu sei o que estou fazendo. Aguenta firme, porque o melhor ainda está por vir.” E, olha, isso não é papo de autoajuda. É Bíblia, é vida real.
O detalhe mais importante dessa etapa é que, mesmo diante da injustiça, Moisés não desistiu. Ele questionou, sim, ficou confuso, mas não largou o chamado. E é aqui que muita gente tropeça: desiste no primeiro obstáculo, acha que Deus esqueceu, que não vale a pena. Mas, como diz em Romanos 8:28: “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.” O sofrimento de hoje pode ser o solo fértil da vitória de amanhã. Não se esqueça: Deus não desperdiça dor.
Moisés, antes de se tornar o grande libertador, foi treinado no anonimato. Quarenta anos cuidando de ovelhas, longe dos holofotes do Egito, aprendendo a ser servo. “O Senhor é o meu pastor; nada me faltará. Ele me faz repousar em pastos verdejantes. Leva-me para junto das águas de descanso; refrigera-me a alma.” (Salmo 23:1-3, NAA). Moisés aprendeu na prática o que significa cuidar dos fracos, proteger os vulneráveis, buscar os perdidos. O serviço humilde, aquele que ninguém vê, é o verdadeiro campo de treinamento para grandes missões. Enquanto todo mundo quer palco, Deus procura quem está disposto a servir no bastidor.
Essa fase de anonimato foi fundamental para quebrar o orgulho de Moisés. No Egito, ele era elogiado, bajulado, tratado como príncipe. No deserto, era só mais um pastor. Ali, aprendeu a ouvir mais do que falar, a esperar mais do que agir por impulso, a confiar mais em Deus do que em si mesmo. E, mano, essa é uma lição que vale ouro: o caráter é forjado no silêncio, na rotina, naquilo que ninguém aplaude. Se você está numa fase em que parece invisível, saiba que Deus está te preparando. Não despreze o pequeno começo. É ali que nascem os grandes homens e mulheres de Deus.
Além disso, o serviço humilde conecta a gente com o coração de Deus. Moisés, ao cuidar das ovelhas, foi se tornando cada vez mais parecido com o “Bom Pastor”. Ele aprendeu a ser paciente, a cuidar dos feridos, a buscar os que se perdiam. E, quando finalmente foi chamado para liderar Israel, estava pronto — não porque era forte, mas porque era humilde. “Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes.” (Tiago 4:6, NAA). O segredo do verdadeiro ministério não está no tamanho da plataforma, mas na disposição de servir onde for preciso. E isso, mano, muda tudo.
Moisés achava que estava pronto pra libertar o povo só porque tinha estudado nas melhores escolas do Egito. Tinha conhecimento, tinha influência, tinha força. Mas Deus não queria um líder autossuficiente, queria alguém dependente. Por isso, permitiu que Moisés passasse quarenta anos no deserto, cuidando de ovelhas, aprendendo a depender dEle em tudo. O deserto não foi castigo, foi escola. Foi ali que Moisés deixou de confiar em si mesmo e aprendeu a confiar só em Deus. “Confia no Senhor de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento.” (Provérbios 3:5, NAA).
A autossuficiência é um veneno sutil. A gente acha que pode tudo, que sabe tudo, que resolve tudo. Mas, quando Deus quer fazer algo grande, Ele começa quebrando nosso orgulho. Moisés, depois de tanto tempo no deserto, já não se via mais como herói. Estava tímido, inseguro, cheio de dúvidas. E foi exatamente nesse ponto que Deus o chamou. Sabe por quê? Porque só quem já morreu pra si mesmo pode ser usado de verdade. O poder de Deus se aperfeiçoa na fraqueza, não na força. “A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza.” (2 Coríntios 12:9, NAA).
Esse processo de preparação nunca é fácil. Dói, humilha, às vezes parece que não vai acabar nunca. Mas, mano, é ali que a gente aprende a ouvir a voz de Deus, a discernir o que realmente importa, a valorizar o que ninguém valoriza. Moisés saiu do deserto muito mais forte do que entrou — não por causa dos músculos, mas por causa do caráter. Se você está passando por um tempo de espera, de anonimato, de luta interna, não desanime. Deus está te lapidando pra algo maior. E, quando chegar a hora, você vai entender que valeu a pena cada lágrima.
Depois de todo esse tempo de preparação, Moisés finalmente recebe o chamado. Deus aparece na sarça ardente e diz: “Vem agora, e eu te enviarei a Faraó, para que tires o meu povo, os filhos de Israel, do Egito.” (Êxodo 3:10, NAA). Só que, ao contrário do jovem confiante do passado, agora Moisés está cheio de medo e insegurança. Ele argumenta, diz que não sabe falar direito, que não é capaz. Mas Deus insiste: “Eu serei contigo.” (Êxodo 3:12, NAA). Mano, essa é a chave: não é sobre o quanto você é bom, mas sobre o quanto Deus está com você.
O chamado de Deus nunca vem quando a gente se sente pronto. Ele vem justamente quando nos sentimos incapazes, pequenos, insuficientes. E isso é maravilhoso, porque obriga a gente a depender dEle em tudo. Moisés aceitou o chamado, mesmo tremendo de medo. E, a partir daí, Deus começou a fazer milagres através dele. A vara de pastor virou instrumento de poder. O tímido virou líder. O inseguro virou profeta. Quando Deus chama, Ele também capacita. “Fiel é o que vos chama, o qual também o fará.” (1 Tessalonicenses 5:24, NAA).
Se você sente que Deus está te chamando pra algo maior, mas acha que não está preparado, lembre-se de Moisés. Deus não escolhe os capacitados, Ele capacita os escolhidos. O segredo é obedecer, mesmo com medo. Dá o primeiro passo, confia, e deixa Deus fazer o resto. E, ó, aproveita pra compartilhar esse texto com alguém que precisa ouvir isso. Se inscreve no nosso canal do YouTube, visita nosso site e contribua com nosso ministério pelo PIX.
Tem muita gente que só quer aparecer, ser reconhecido, subir de cargo, ganhar promoção. Mas a Bíblia é clara: “Pois a promoção não vem do oriente, nem do ocidente, nem do deserto. Mas Deus é o juiz; a um abate, e a outro exalta.” (Salmo 75:6-7, NAA). Moisés só foi chamado pra liderar porque foi fiel no anonimato. Ele não buscou posição, buscou servir. E, mano, isso faz toda a diferença. Quem é fiel no pouco, Deus coloca sobre o muito. Não adianta querer palco se você não aprendeu a servir nos bastidores.
A fidelidade no pequeno é o que prepara a gente pra grandes responsabilidades. Moisés aprendeu a cuidar de cada ovelha como se fosse única. Ele não fazia por obrigação, mas por amor. E Deus viu isso. Quando chegou a hora de promover, não teve dúvida. E, olha, isso vale pra qualquer área da vida: trabalho, família, ministério. Se você faz o seu melhor, mesmo quando ninguém está olhando, Deus está vendo. E Ele recompensa. “O que é fiel no mínimo, também é fiel no muito.” (Lucas 16:10, NAA).
Não caia na armadilha da comparação. Cada um tem um tempo, um chamado, uma missão. O importante é ser fiel onde Deus te colocou agora. O reconhecimento vem na hora certa, do jeito certo. E, às vezes, o maior reconhecimento é a paz de saber que você está fazendo a vontade de Deus. Não troque isso por aplausos vazios. Seja fiel no pouco, e Deus te surpreenderá.
No mundo de hoje, todo mundo quer ser grande, quer ser visto, quer ser admirado. Mas Jesus ensinou o caminho contrário: “Sabeis que os governadores dos povos os dominam, e que os maiorais exercem autoridade sobre eles. Não será assim entre vós; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva.” (Mateus 20:25-26, NAA). Grandeza, no Reino de Deus, é sinônimo de serviço, humildade e simplicidade. Moisés aprendeu isso no deserto e viveu isso até o fim.
A humildade não é pensar menos de si mesmo, é pensar menos em si mesmo. Moisés, depois de tudo que viveu, não buscava mais reconhecimento. Ele queria agradar a Deus, só isso. E, mano, isso muda tudo. Quem serve por amor, sem esperar nada em troca, experimenta uma alegria que o mundo não entende. É a alegria de saber que está cumprindo o propósito pra qual foi criado. E, olha, essa alegria não tem preço. “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus.” (Mateus 5:3, NAA).
A simplicidade é outra chave poderosa. Moisés não complicava as coisas. Ele fazia o que precisava ser feito, sem frescura, sem enrolação. E, por isso, Deus confiou nele grandes responsabilidades. No Reino de Deus, menos é mais. Quem complica demais, acaba se perdendo. Seja simples, seja humilde, sirva com alegria. Esse é o segredo da verdadeira grandeza.
Muita gente acha que sofrer é sinal de fracasso ou de falta de fé. Mas a Bíblia mostra o contrário. “Pois a vocês foi concedido, por amor de Cristo, não somente crer nele, mas também sofrer por ele.” (Filipenses 1:29, NAA). O sofrimento, quando vivido com propósito, é honra. Moisés, assim como tantos outros servos de Deus, passou por desertos, rejeição, solidão. Mas, no final, foi chamado de amigo de Deus. O sofrimento não é o fim, é o caminho.
É no sofrimento que a gente descobre quem realmente é. Moisés, quando estava sozinho no deserto, aprendeu a confiar em Deus de verdade. Não tinha ninguém pra aplaudir, ninguém pra consolar. Só ele e Deus. E, mano, é nesses momentos que a fé se torna real. O sofrimento nos aproxima de Cristo, nos faz participar dos seus sofrimentos, nos molda à sua imagem. Não fuja da dor. Enfrente, aprenda, cresça. Deus transforma lágrimas em força.
Além disso, o sofrimento nos ensina a compaixão. Quem já sofreu entende a dor do outro, sabe como consolar, como ajudar. Moisés, depois de tudo que viveu, se tornou um líder compassivo, paciente, cheio de amor. O sofrimento não é castigo, é preparação. Quem aprende a sofrer com propósito se torna instrumento de cura nas mãos de Deus. E, olha, se você está passando por um tempo difícil, segura firme. Deus está contigo, mesmo quando tudo parece escuro.
Quantas vezes a gente ora, pede, jejua, e parece que Deus não responde? Dá uma sensação de abandono, de oração perdida. Mas, mano, a verdade é que Deus nunca desperdiça uma lágrima. “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus.” (Romanos 8:28, NAA). Às vezes, as maiores bênçãos vêm disfarçadas de decepção. Aquela porta fechada, aquele sonho adiado, aquela oração aparentemente não respondida — tudo isso pode ser parte de um plano maior.
Moisés queria libertar o povo do jeito dele, na força do braço. Deus tinha outro plano. O que parecia atraso era, na verdade, preparação. O que parecia derrota era caminho pra vitória. E isso vale pra mim, pra você, pra todo mundo. Deus vê o quadro completo, enquanto a gente só enxerga um pedaço. Pode confiar: Ele sabe o que está fazendo. “Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o Senhor.” (Isaías 55:8, NAA).
Quando a gente aprende a confiar na providência de Deus, o coração fica mais leve. Não é fácil, eu sei. Mas é libertador. Saber que Deus está no controle, mesmo quando tudo parece fora de controle, traz paz. E, no fim, a gente percebe que as maiores bênçãos vieram dos momentos mais difíceis. Não desista, não pare de orar, não pare de confiar. Deus está escrevendo uma história linda com a sua vida.
No mundo, o que conta é currículo, aparência, posição. Mas Deus vê diferente. “O Senhor, porém, disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a altura da sua estatura, porque o rejeitei. Porque o Senhor não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração.” (1 Samuel 16:7, NAA). Moisés se destacou não pelo que sabia, mas pelo que era. Deus procura gente com caráter, gente que reflete o Seu coração.
O caráter é construído no dia a dia, nas pequenas escolhas, nos momentos em que ninguém está olhando. Moisés foi fiel no anonimato, íntegro no deserto, corajoso diante de Faraó. Ele não era perfeito, mas era verdadeiro. Deus não exige perfeição, exige sinceridade. Quem busca agradar a Deus acima de tudo acaba sendo promovido, mesmo sem querer. O caráter é o maior patrimônio que alguém pode ter.
Além disso, o caráter é o que sustenta o chamado. Muita gente começa bem, mas cai porque não tem raiz. Moisés suportou pressões inimagináveis porque tinha caráter firme, alicerçado em Deus. Se você quer ser usado por Deus, invista no seu caráter. Leia a Bíblia, ore, sirva, perdoe, ame. O resto é consequência. Deus honra quem O honra. E, mano, não tem nada melhor do que viver com a consciência limpa diante de Deus.
A vida cristã não é sobre entender tudo, mas sobre confiar e obedecer. “Pela fé Abraão, quando chamado, obedeceu, indo para um lugar que devia receber por herança; e partiu sem saber para onde ia.” (Hebreus 11:8, NAA). Moisés também não sabia todos os detalhes, mas escolheu confiar e obedecer. E foi assim que se tornou um dos maiores líderes da história.
A fé não elimina o medo, mas vence o medo. Moisés teve medo, duvidou, hesitou. Mas, mesmo assim, foi. E Deus honrou cada passo de obediência. A obediência é a prova da fé. Quem confia, obedece. E quem obedece, experimenta milagres. Não espere entender tudo pra obedecer. Dá o passo, mesmo tremendo. Deus faz o impossível acontecer quando a gente se move pela fé.
A vida plena não está nas respostas, mas na jornada. Moisés viveu altos e baixos, vitórias e derrotas, alegrias e tristezas. Mas, no fim, foi chamado de amigo de Deus. Isso é tudo que importa. Viva pela fé, obedeça com alegria, confie no processo. E, ó, se esse texto falou com você, compartilha com alguém, se inscreve no nosso canal do YouTube, visita nosso site e contribua com nosso ministério pelo PIX.
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A narrativa do lava-pés, encontrada em João 13:1-20, é uma das passagens mais emblemáticas e profundas dos Evangelhos, oferecendo lições valiosas sobre humildade, serviço e liderança. Este evento, que ocorreu durante a última ceia de Jesus com Seus discípulos, não apenas desafiou as normas culturais da época, mas também estabeleceu um padrão eterno para o comportamento cristão. Ao explorar essa história, podemos descobrir como a verdadeira liderança é demonstrada através do serviço e como a humildade pode transformar relacionamentos e comunidades.
Na época de Jesus, era comum que os convidados de uma refeição tivessem seus pés lavados por um servo ou escravo, devido às condições empoeiradas das estradas e ao uso de sandálias. No entanto, na última ceia, não havia servo presente para realizar essa tarefa. Surpreendentemente, foi Jesus quem se levantou e começou a lavar os pés dos discípulos, um ato que deixou todos atônitos. Este gesto não foi apenas um ato de serviço, mas uma poderosa declaração de humildade e amor.
A Reação dos Discípulos. A reação dos discípulos, especialmente de Pedro, destaca a incompreensão inicial sobre o significado do ato de Jesus. Pedro, perplexo com a ideia de seu Mestre realizar uma tarefa tão humilde, inicialmente recusou-se a permitir que Jesus lavasse seus pés. No entanto, Jesus explicou que, sem aceitar esse ato, Pedro não teria parte com Ele. Isso levou Pedro a pedir que não apenas seus pés, mas também suas mãos e cabeça fossem lavados, demonstrando seu desejo de estar completamente unido a Jesus.
O Significado Profundo do Lava-Pés. O ato de Jesus de lavar os pés dos discípulos vai além da limpeza física; é um símbolo de purificação espiritual e unidade. Jesus, ao realizar esse ato, ensinou que a verdadeira grandeza no Reino de Deus é alcançada através do serviço aos outros. Ele mostrou que o poder e a autoridade devem ser usados para servir, não para dominar. Este ensinamento é central para a prática cristã e é incorporado na cerimônia de lava-pés realizada por muitas igrejas, como preparação para a Ceia do Senhor.
A Humildade como Base do Serviço. A humildade demonstrada por Jesus ao lavar os pés dos discípulos é uma lição poderosa sobre como devemos nos relacionar uns com os outros. Em um mundo onde o poder e o status são frequentemente buscados, Jesus nos chama a adotar uma postura de serviço e humildade. Este ato nos ensina que, independentemente de nossa posição ou título, devemos estar dispostos a servir aos outros com amor e compaixão.
O Serviço como Expressão de Amor. O lava-pés é uma expressão tangível do amor de Jesus por Seus discípulos. Ele nos mostra que o amor verdadeiro é demonstrado através de ações, não apenas palavras. Ao servir aos outros, estamos seguindo o exemplo de Cristo e demonstrando Seu amor ao mundo. Este tipo de serviço é transformador, tanto para quem serve quanto para quem é servido, criando laços de unidade e compreensão.
A Unidade Através do Serviço. Ao lavar os pés dos discípulos, Jesus também promoveu a unidade entre eles. Este ato de humildade removeu barreiras de orgulho e egoísmo, permitindo que os discípulos experimentassem uma nova profundidade de comunhão e amor. Através do serviço humilde, podemos superar divisões e construir comunidades mais fortes e unidas.
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Servindo em Nossas Comunidades. As lições do lava-pés são tão relevantes hoje quanto eram na época de Jesus. Em nossas comunidades, somos chamados a servir uns aos outros com humildade e amor. Isso pode ser feito de várias maneiras, desde atos simples de bondade até esforços mais organizados para ajudar os necessitados. Ao seguir o exemplo de Jesus, podemos fazer uma diferença significativa na vida das pessoas ao nosso redor.
Cultivando a Humildade em Nossas Vidas. A humildade é uma virtude que deve ser cultivada intencionalmente. Podemos começar reconhecendo nossas próprias limitações e a necessidade de depender de Deus. Além disso, devemos estar dispostos a aprender com os outros e a colocar suas necessidades acima das nossas. Ao fazer isso, nos tornamos mais parecidos com Cristo e mais eficazes em nosso serviço aos outros.
Promovendo a Unidade Através do Serviço. O serviço humilde tem o poder de unir as pessoas. Ao nos engajarmos em atos de serviço, podemos superar diferenças e construir pontes de compreensão e respeito. Isso é especialmente importante em um mundo dividido por conflitos e desentendimentos. Ao seguir o exemplo de Jesus, podemos ser agentes de paz e reconciliação em nossas comunidades.
A humildade é uma virtude frequentemente celebrada, mas raramente compreendida em sua totalidade. No contexto bíblico, João Batista emerge como um exemplo resplandecente dessa qualidade. Sua vida e ministério oferecem lições valiosas sobre como devemos nos posicionar diante de Deus e dos homens. No Evangelho de João, especialmente no capítulo 3, versículos 25 a 36, encontramos uma narrativa que destaca a humildade de João ao comparar-se com Jesus. Este artigo explora essa passagem, revelando como João Batista nos ensina a cultivar uma humildade genuína e a importância de reconhecer nosso papel no plano divino.
João Batista desempenhou um papel crucial ao preparar o caminho para Jesus, atraindo muitos seguidores, incluindo André, João, Pedro, Filipe e Natanael. No entanto, mesmo com sua influência crescente, João nunca perdeu de vista seu verdadeiro propósito. Quando seus discípulos expressaram ciúmes em relação a Jesus, que também estava batizando e atraindo multidões, João respondeu com uma clareza impressionante sobre sua missão. Ele afirmou: “Ele deve aumentar, mas eu devo diminuir” (João 3:30). Essa declaração não apenas reflete a humildade de João, mas também sua compreensão profunda de seu papel como precursor de Cristo. João sabia que sua missão era preparar o caminho para o Messias, e ele cumpriu essa tarefa com dedicação e humildade, reconhecendo que sua própria importância diminuiria à medida que a de Jesus crescesse.
A humildade de João é ainda mais notável quando consideramos o contexto cultural e religioso da época. Ele era um profeta respeitado, com muitos seguidores que o viam como uma figura de autoridade espiritual. No entanto, João nunca permitiu que essa posição de destaque o desviasse de seu verdadeiro propósito. Ele constantemente direcionava a atenção para Jesus, reconhecendo que sua própria missão era temporária e servia a um propósito maior. Essa atitude de autoesquecimento e serviço é um exemplo poderoso para todos nós, especialmente em um mundo onde a busca por reconhecimento pessoal muitas vezes ofusca a verdadeira humildade.
Além disso, a comparação entre João e Jesus no Evangelho de João destaca a superioridade de Cristo. João Batista, ao se referir a si mesmo como o amigo do noivo, ilustra sua posição de apoio e alegria em ver o noivo, Jesus, assumir seu lugar de direito. Ele não apenas aceita, mas se regozija com o sucesso de Jesus, mostrando uma humildade que transcende o ego e a ambição pessoal. Essa atitude de João nos ensina que a verdadeira grandeza não está em ser o centro das atenções, mas em servir fielmente ao propósito que Deus nos deu, mesmo que isso signifique passar para o segundo plano.
A narrativa começa com uma disputa entre os discípulos de João e um judeu sobre a purificação, provavelmente relacionada ao batismo. Essa discussão destaca a tensão que existia entre os seguidores de João e os de Jesus, uma tensão que poderia facilmente ter se transformado em rivalidade. No entanto, João Batista, com sua sabedoria e humildade, desvia a atenção da disputa e a direciona para o verdadeiro significado de seu ministério. Ele lembra seus discípulos de que nunca afirmou ser o Cristo, mas sim aquele que veio para preparar o caminho para Ele. Essa resposta não apenas resolve a disputa, mas também reafirma a missão de João como um precursor humilde e dedicado.
A questão da purificação também levanta um ponto importante sobre a natureza do batismo e sua relação com a salvação. Enquanto os discípulos de João estavam preocupados com questões de ritual e tradição, João os direciona para a essência espiritual do batismo. Ele enfatiza que o batismo é um símbolo de arrependimento e preparação para a vinda do Messias, não um fim em si mesmo. Essa perspectiva nos desafia a olhar além dos rituais e tradições religiosas e a focar na transformação espiritual que eles representam. João nos ensina que a verdadeira purificação vem de um coração arrependido e de uma vida dedicada a seguir a Cristo.
Além disso, a resposta de João à disputa sobre a purificação reflete sua profunda compreensão da natureza do reino de Deus. Ele reconhece que seu papel é temporário e que a verdadeira purificação e salvação vêm através de Jesus Cristo. Essa compreensão permite que João se alegre com o sucesso de Jesus, em vez de se sentir ameaçado por ele. Ele vê a crescente popularidade de Jesus não como uma competição, mas como a realização de sua própria missão. Essa atitude de humildade e serviço é um exemplo poderoso para todos nós, lembrando-nos de que nosso valor não está em nossa posição ou reconhecimento, mas em nossa fidelidade ao chamado de Deus.
João Batista usa a metáfora do casamento para descrever seu papel em relação a Jesus. Ele se refere a si mesmo como o amigo do noivo, enquanto Jesus é o noivo e o povo de Deus é a noiva. Essa imagem poderosa ilustra a alegria e a satisfação de João em ver Jesus assumir seu papel de direito como o Messias. Como amigo do noivo, João se regozija com a união entre Jesus e seu povo, reconhecendo que sua própria missão é apoiar e facilitar essa união. Essa metáfora não apenas destaca a humildade de João, mas também sua compreensão profunda do propósito de seu ministério.
A metáfora do casamento também nos oferece uma visão sobre a natureza do relacionamento entre Jesus e seu povo. Jesus é o noivo que vem buscar sua noiva, a igreja, e João é o amigo que prepara o caminho para essa união. Essa imagem nos lembra que o ministério de João não era sobre ele mesmo, mas sobre apontar as pessoas para Jesus. Ele desempenhou seu papel com alegria e humildade, sabendo que sua verdadeira satisfação vinha de ver Jesus glorificado. Essa atitude de serviço e autoesquecimento é um exemplo poderoso para todos nós, desafiando-nos a colocar os interesses de Cristo e de seu reino acima dos nossos próprios.
Além disso, a metáfora do casamento nos ensina sobre a importância da humildade e do serviço no reino de Deus. João Batista, como amigo do noivo, não busca reconhecimento ou glória para si mesmo, mas se alegra em ver Jesus exaltado. Ele entende que sua verdadeira grandeza está em servir fielmente ao propósito que Deus lhe deu, mesmo que isso signifique passar para o segundo plano. Essa atitude de humildade e serviço é um exemplo poderoso para todos nós, lembrando-nos de que nosso valor não está em nossa posição ou reconhecimento, mas em nossa fidelidade ao chamado de Deus.
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A verdadeira grandeza de João Batista é revelada em sua humildade e disposição para diminuir enquanto Jesus cresce. Ele não busca atrair seguidores para si mesmo, mas direciona todos para Jesus, o Cordeiro de Deus. Essa atitude de autoesquecimento e serviço é um exemplo poderoso de humildade genuína. João entende que sua missão é temporária e que sua verdadeira satisfação vem de ver Jesus glorificado. Ele aceita com alegria a diminuição de sua própria influência, sabendo que isso significa o cumprimento de sua missão. Essa atitude de humildade e serviço é um exemplo poderoso para todos nós, desafiando-nos a colocar os interesses de Cristo e de seu reino acima dos nossos próprios.
A humildade de João é ainda mais notável quando consideramos o contexto cultural e religioso da época. Ele era um profeta respeitado, com muitos seguidores que o viam como uma figura de autoridade espiritual. No entanto, João nunca permitiu que essa posição de destaque o desviasse de seu verdadeiro propósito. Ele constantemente direcionava a atenção para Jesus, reconhecendo que sua própria missão era temporária e servia a um propósito maior. Essa atitude de autoesquecimento e serviço é um exemplo poderoso para todos nós, especialmente em um mundo onde a busca por reconhecimento pessoal muitas vezes ofusca a verdadeira humildade.
Além disso, a comparação entre João e Jesus no Evangelho de João destaca a superioridade de Cristo. João Batista, ao se referir a si mesmo como o amigo do noivo, ilustra sua posição de apoio e alegria em ver o noivo, Jesus, assumir seu lugar de direito. Ele não apenas aceita, mas se regozija com o sucesso de Jesus, mostrando uma humildade que transcende o ego e a ambição pessoal. Essa atitude de João nos ensina que a verdadeira grandeza não está em ser o centro das atenções, mas em servir fielmente ao propósito que Deus nos deu, mesmo que isso signifique passar para o segundo plano.
À medida que Jesus se aproximava de Jerusalém, Ele revelava aos discípulos o que aconteceria lá. Esse não era um cenário em que eles acreditassem ou sobre o qual desejassem ouvir. É impressionante quão específico Jesus foi a respeito de Sua morte e ressurreição. Mas, quando não queremos ouvir uma coisa, é muito fácil ignorá-la.
Aparentemente foi isso que Tiago e João fizeram ao se dirigirem a Jesus com um pedido. Jesus, com razão, pediu mais detalhes, e eles responderam que desejavam sentar-se à Sua direita e à Sua esquerda na glória. É fácil criticar o pedido deles como completamente egocêntrico. Mas aqueles dois homens se dedicavam ao ministério de Jesus, e o desejo deles provavelmente não era de natureza totalmente egoísta.
Jesus procurou aprofundar a compreensão deles exatamente sobre o que estavam pedindo. Ele perguntou se poderiam beber o Seu cálice ou serem batizados com o Seu batismo. O cálice seria o sofrimento que Ele experimentaria no Getsêmani e na cruz (Marcos 14:36), e o Seu batismo seria Sua morte e sepultamento (Marcos 15:33-47) – esses eventos são paralelos ao Seu batismo, registrado em Marcos 1.
Tiago e João, no entanto, não perceberam isso. De modo leviano, responderam que eram capazes. Jesus então profetizou que eles beberiam o Seu cálice e seriam batizados com o Seu batismo. Tiago foi o primeiro dos apóstolos a morrer como mártir (Atos 12:2). João foi o que viveu mais tempo entre os apóstolos e foi exilado em Patmos (Apocalipse 1:9). Mas Jesus indicou que os lugares de glória são estabelecidos por Deus.
Como os discípulos reagiram à resposta de Jesus? Não muito bem. A mesma palavra grega, aganakteō (“indignar-se, ficar irado”), é usada em Marcos 10:14,41.
Jesus ensinou que os governadores usam o poder para obter vantagem. Contudo, no Reino de Deus, o poder é usado para edificar e abençoar os outros. Jesus era o primeiro a praticar esse ensino, como o Rei do Reino de Deus. Como? Dando a vida como resgate – mas não era isso que Seus seguidores esperavam ouvir.
O que significa ser “servo”? Você revela esse princípio ao interagir com as pessoas?
Em sua vida e em Seus ensinamentos, Cristo deu um exemplo perfeito de ministério abnegado, cuja origem é divina. Deus não vive para Si. Pela criação do mundo e pela manutenção de todas as coisas, Ele está constantemente ministrando a outros. O Senhor “faz o seu sol nascer sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos” (Mateus 5:45). Foi esse ideal de ministério que o Pai confiou ao Seu Filho. Jesus foi designado para permanecer à frente da humanidade e ensinar por Seu exemplo o que significa servir. Toda a Sua vida esteve sob a lei do serviço. Serviu a todos, e a todos ministrou.
Vez após vez, Jesus procurou estabelecer esse princípio entre os discípulos. Quando Tiago e João pediram um lugar de destaque, Ele disse: “Quem quiser tornar-se grande entre vocês, que se coloque a serviço dos outros; e quem quiser ser o primeiro entre vocês, que seja servo de vocês; tal como o Filho do Homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar sua vida em resgate por muitos” (Mateus 20:26-28).
Novamente Tiago e João apresentaram, por intermédio de sua mãe, um pedido para que lhes fosse permitido ocupar a mais alta posição de honra no reino de Cristo. O Salvador, porém, respondeu: “Vocês não sabem o que estão pedindo” (Marcos 10:38). Quão pouco muitos de nós compreendemos da verdadeira importância de nossas orações! Jesus conhecia o infinito sacrifício pelo qual seria obtida aquela glória quando, “em troca da alegria que Lhe estava proposta, suportou a cruz, sem Se importar com a vergonha” (Hebreus 12:2). Essa alegria era ver pessoas salvas por Sua humilhação, Sua agonia e o derramamento de Seu sangue.
Jesus lhes perguntou: “Será que podem beber o cálice que Eu bebo ou receber o batismo com que Eu sou batizado? Eles responderam: Podemos” (Marcos 10:38,39).
Quão pouco compreendiam o que esse batismo significava! “Então Jesus lhes disse: Vocês receberão o batismo com que Eu sou batizado. Quanto a sentar à Minha direita ou à Minha esquerda, não Me compete concedê-lo, pois é para aqueles a quem está preparado” (verso 39, 40).
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O Senhor faz do servo humilde, fiel, Seu representante – aquele que não se exalta, nem pensa de si mesmo mais do que deve. A vida de uma pessoa assim será consagrada a Deus como sacrifício vivo, e essa vida Ele aceitará e usará, e susterá. Ele anseia tornar os homens sábios com Sua própria sabedoria, para que essa sabedoria seja exercida em Seu favor. Manifesta-Se por intermédio do obreiro consagrado e humilde.
Mantenham toda capacidade a vocês confiada como sagrado tesouro para ser usado em comunicar aos outros o conhecimento e a graça recebidos. Assim vocês corresponderão ao desígnio para o qual Deus lhes concedeu. O Senhor requer que nós escondamos o próprio eu em Jesus Cristo, e deixemos que a glória seja toda de Deus.
Olá irmãos, hoje vamos falar sobre um tema muito importante: a verdadeira grandeza no Reino de Deus. Vamos explorar uma passagem bíblica que nos ensina sobre humildade e serviço. Você já se perguntou o que significa ser grande aos olhos de Deus? Vamos descobrir juntos!
Em Marcos 9:30-41, encontramos a segunda predição de Jesus sobre Sua morte e ressurreição. Diferente da primeira predição em Marcos 8:31, onde Jesus falou sobre ser rejeitado e morto, aqui Ele menciona que seria traído. “Na primeira predição, Jesus Se referiu àqueles que iriam rejeitá-Lo e matá-Lo. Na segunda predição, Ele mencionou o fato de que seria traído.” Isso mostra que Jesus sabia exatamente o que iria acontecer, incluindo a traição de Judas. Os discípulos, no entanto, pareciam menos interessados nos detalhes dessa predição. Eles estavam mais preocupados com outra coisa: quem entre eles era o maior. Essa discussão revela muito sobre a natureza humana e como, muitas vezes, buscamos reconhecimento e status. Em vez de focar na mensagem crucial de Jesus, os discípulos estavam presos em uma competição de egos, algo que é muito comum até nos dias de hoje.
Os discípulos estavam discutindo sobre quem era o maior entre eles enquanto viajavam com Jesus. Essa discussão ocorreu durante uma jornada significativa, onde Jesus estava se movendo do norte para o sul da Galileia, passando por Cesareia de Filipe e chegando a Cafarnaum. Durante essa jornada, os discípulos ficaram para trás e começaram a debater sobre quem seria o maior no Reino de Deus. Quando chegaram em casa, Jesus perguntou sobre o que eles estavam discutindo no caminho. Ninguém respondeu, um sinal claro de que estavam envergonhados. Eles sabiam que essa discussão não era apropriada, especialmente na presença de Jesus, que sempre pregou a humildade e o serviço aos outros. Esse momento foi uma oportunidade perfeita para Jesus ensinar uma lição valiosa sobre a verdadeira grandeza.
Jesus respondeu ao problema em duas etapas. Primeiro, declarou que para alguém ser o primeiro (o maior), precisa se tornar servo. “Jesus, assentando-Se, chamou os Doze e lhes disse: Se alguém quer ser o primeiro, será o último e servo de todos” (Marcos 9:35). Segundo, ilustrou o que queria dizer por meio de uma ação. Jesus tomou uma criança e a colocou no meio do grupo. A criança deve ter se sentido intimidada, mas Jesus a tomou nos braços, deixando-a tranquila. Cristo ensinou que se recebermos a criança, O receberemos. E se O recebermos, receberemos o Pai. Assim, a criança está relacionada ao próprio Deus. Essa lição é profunda porque, na cultura da época, as crianças eram vistas como insignificantes. Ao usar uma criança como exemplo, Jesus estava subvertendo as expectativas culturais e mostrando que a verdadeira grandeza vem do serviço humilde e do acolhimento dos mais vulneráveis.
João fez uma pergunta sobre os de fora, e Jesus ensinou a lição de que aqueles que não estão contra nós estão a favor de nós. O Senhor declarou que ajudar os que estão no serviço cristão, mesmo em pequenas coisas, não passa despercebido no Céu. “Aqueles que possuem o Espírito de Cristo não terão ambição de ocupar uma posição de domínio sobre seus irmãos. Aqueles que são pequenos a seus próprios olhos é que serão considerados grandes à vista de Deus.” Isso nos leva a refletir sobre nossas próprias ambições e como elas se alinham com os ensinamentos de Jesus. Muitas vezes, buscamos reconhecimento e status, mas Jesus nos chama a servir e a ser humildes. Ele nos mostra que a verdadeira grandeza não está em ser servido, mas em servir aos outros com um coração puro e desinteressado.
Certa ocasião, João se empenhou em uma disputa com vários de seus irmãos sobre qual deles seria considerado o maior. Não queriam que suas palavras alcançassem os ouvidos do Mestre; mas Jesus lia o coração deles e aproveitou a oportunidade para dar a Seus discípulos uma lição de humildade. Essa lição não foi somente para o pequeno grupo que escutou Suas palavras, mas devia ser registrada para o bem de todos os Seus seguidores até o fim dos tempos. “Trazendo uma criança, colocou-a no meio deles e, tomando-a nos braços, disse-lhes: ‘Quem receber uma criança, tal como esta, em Meu nome, recebe a Mim; e quem receber a Mim, não é a Mim que recebe, mas aquele que Me enviou” (versos 36, 37). Que preciosa lição é esta para todos os seguidores de Cristo! Aqueles que passam por alto os deveres da vida, que jazem diretamente em seu caminho, e negligenciam a misericórdia e a bondade, a cortesia e o amor, mesmo que seja para com uma criancinha, estão rejeitando a Cristo.
Está surgindo entre nós um espírito que Deus não permitirá que domine. Os cristãos jamais devem sentir que são dominadores da herança de Deus. Quem condescende com esse espírito de exaltação própria coloca-se sob o domínio do inimigo. Se pastores não podem concordar com todas as suas ideias e concepções, ele se afasta deles e os difama, vertendo o sarcasmo e a amargura de seu coração sobre pastores e o ministério. Jesus nos deu um exemplo em Sua vida de pureza e perfeita santidade. Sendo o Ser mais exaltado no Céu, foi o mais disposto a servir. Sendo o mais honrado, a Si mesmo Se humilhou para ministrar àqueles que pouco antes haviam discutido a respeito de quem seria o maior em Seu reino. Deus age por intermédio de quem Ele quer. Muitas vezes, Ele escolhe os instrumentos mais humildes para as maiores obras, porque Seu poder é revelado na fraqueza humana. Temos nosso padrão e por ele declaramos uma coisa como sendo grande e outra, pequena. No entanto, Deus não avalia em conformidade com a nossa medida. Não devemos supor que aquilo que para nós é grande seja também para Deus, ou que aquilo que para nós é pequeno também seja para Ele. Não nos compete julgar nossos talentos ou escolher nosso trabalho. Devemos aceitar as incumbências que Deus determinar, devemos suportá-las por Sua causa, e sempre ir a Ele para obter descanso.
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Os italianos nos presentearam com inúmeras contribuições valiosas, desde a arte e a política até a economia. No entanto, um dos seus legados mais marcantes é, sem dúvida, a culinária. Com apenas três ingredientes básicos – farinha de trigo, tomate e queijo –, eles criaram (ou aperfeiçoaram) um prato que conquistou o mundo: a pizza. Essa iguaria versátil se adapta a todos os paladares e pode ser encontrada em qualquer lugar do globo, sempre com um toque especial. Mas a pizza não é apenas uma delícia gastronômica; ela também serve como uma metáfora inspiradora para nossa vida cristã. Assim como a pizza, devemos ser versáteis e nos adaptar a cada situação desafiadora, especialmente quando se trata de fazer o bem.
O Desafio de Amar como Cristo. Um dos maiores desafios para nós, pecadores, é amar como Cristo nos ama. Fazer o bem aos amigos é fácil, pois a bondade flui naturalmente quando recebemos bondade. No entanto, somos chamados a ir além e estender essa bondade a todos, inclusive aos nossos inimigos, àqueles com quem não simpatizamos, às pessoas que consideramos insuportáveis e com quem não temos afinidade. Em essência, devemos amar e fazer o bem até mesmo a quem não merece, como nos lembra Gálatas 6:9: “Não nos cansemos de fazer o bem, porque no tempo certo faremos a colheita, se não desanimarmos.”
Essa atitude de amor incondicional deve ser constante, não apenas reservada para ocasiões especiais, mas praticada diariamente. A bondade requer paciência e constância, não apenas por alguns instantes, mas em todos os momentos. Ao cultivarmos essa postura, nos tornamos verdadeiros cooperadores de Deus, refletindo Seu amor e graça em um mundo carente de compaixão.
Servos Versáteis do Altíssimo. Como servos do Altíssimo, devemos reconhecer nosso chamado em todas as áreas da vida. Assim como a pizza, que se adapta a uma variedade impressionante de sabores e temperos, precisamos ter uma postura versátil em todas as esferas do nosso viver, especialmente no exercício da bondade. Pizzas com sabores exóticos, como lombo de rã, carne de crocodilo ou até mesmo mel no lugar do molho de tomate, podem parecer estranhas à primeira vista, mas surpreendem pelo sabor delicioso. Da mesma forma, as adversidades da vida podem nos desafiar, mas é nesses momentos que devemos perseverar em fazer o bem, adaptando-nos às circunstâncias com uma atitude positiva e resiliente.
A pizza aguenta tudo – todos os sabores e temperos –, e nós, como cristãos, devemos aguentar todas as adversidades e continuar a fazer o bem, independentemente das circunstâncias. Essa “atitude pizza” nos permite enfrentar os múltiplos desafios da nossa jornada cristã com graça, sabedoria e amor.
Tempero do Evangelho. Deus nos chama a ser o sabor e o tempero do evangelho no mundo. Através das nossas vidas, Ele deseja revelar Sua bondade, amor e graça a uma humanidade faminta de esperança. Que a nossa influência seja saborosa e, acima de tudo, transformadora. Assim como a pizza, que se adapta a qualquer paladar e situação, sejamos instrumentos versáteis nas mãos do Senhor, prontos para fazer o bem em todas as circunstâncias.
A pizza nos ensina uma lição valiosa: a versatilidade é uma virtude poderosa. Ao abraçarmos a “atitude pizza” em nossas vidas, nos tornamos mais resilientes, adaptáveis e prontos para fazer o bem em todas as situações. Que possamos, como servos fiéis do Altíssimo, espalhar o sabor e o tempero do evangelho por onde quer que passemos, deixando um legado de amor, bondade e graça. Não nos cansemos de fazer o bem, pois no tempo certo colheremos os frutos da nossa fidelidade. Que a nossa vida seja uma pizza saborosa, pronta para alimentar o mundo com o amor de Cristo.
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“Assim brilhe também a luz de vocês diante dos outros, para que vejam as boas obras que vocês fazem e glorifiquem o Pai de vocês, que está nos Céus.” (Mateus 5:16). Essas palavras de Jesus nos desafiam a sermos uma luz em um mundo muitas vezes envolto em trevas. Mas como podemos fazer isso de maneira prática e impactante? A história inspiradora do artista franco-tunisiano eL Seed nos oferece algumas lições valiosas.
Levando Luz aos Marginalizados. eL Seed decidiu usar sua arte para trazer luz a um bairro marginalizado do Cairo chamado Manshiyat Naser. Conhecido como o local onde o lixo da cidade é utilizado para alimentar porcos, esse bairro era frequentemente esquecido e desprezado pela sociedade. No entanto, eL Seed viu uma oportunidade de transformação.
Com sua habilidade artística, ele começou a embelezar as paredes do bairro com murais coloridos e vibrantes. Sua arte trouxe vida e beleza a um lugar que antes era visto apenas como um depósito de lixo. Os moradores ficaram tão tocados por sua iniciativa que passaram a chamá-lo de “Nawartouna”, que significa “Você nos trouxe luz” em árabe.
Lições de Nawartouna. A experiência de eL Seed nos ensina algumas lições poderosas sobre como ser luz em um mundo escuro. Primeiramente, devemos estar dispostos a alcançar aqueles que são marginalizados e esquecidos pela sociedade. Assim como Jesus se aproximou dos pobres, dos doentes e dos excluídos, nós também devemos levar a luz do amor de Deus a essas pessoas.
Em segundo lugar, não devemos ter medo de ser visíveis e fazer a diferença. eL Seed poderia ter escolhido pintar em locais mais prestigiados, mas ele optou por levar sua arte a um bairro necessitado. Da mesma forma, não podemos nos esconder ou nos intimidar diante das trevas ao nosso redor. Precisamos brilhar intensamente, mesmo que isso exija coragem e sacrifício.
Além disso, a luz que transmitimos tem o poder de transformar vidas e comunidades inteiras. Assim como a arte de eL Seed trouxe esperança e beleza para Manshiyat Naser, nossas boas obras podem enxugar lágrimas, curar feridas emocionais e inspirar mudanças positivas na sociedade. Não subestime o impacto que uma simples ação de amor pode ter.
Brilhando com a Ajuda do Espírito Santo. No entanto, é importante lembrar que não podemos ser luz por nossas próprias forças. Precisamos da capacitação do Espírito Santo para fazer o bem e impactar o mundo ao nosso redor. Assim como a Estação Espacial Internacional requer um grande esforço para se manter brilhando no céu, nós também precisamos nos conectar diariamente com Deus para recebermos a força e a sabedoria necessárias para brilhar.
Quando permitimos que o Espírito Santo nos guie, Ele nos dá criatividade, coragem e compaixão para alcançar aqueles que estão em trevas. Ele nos ajuda a superar nossos medos e inseguranças, e nos capacita a ser instrumentos de paz, unidade e salvação.
Refletindo o Caráter de Deus. Ao sermos luz em um mundo escuro, temos a oportunidade de refletir o caráter amoroso, bondoso e misericordioso de Deus. Através de nossas ações, palavras e atitudes, podemos mostrar ao mundo quem Deus realmente é e atrair pessoas para Ele.
Isso é uma grande responsabilidade, mas também um privilégio incrível. Imaginar que Deus deseja usar cada um de nós para iluminar este mundo e conduzir pessoas ao Céu é algo que deve nos encher de gratidão e propósito.
Portanto, não se esconda atrás de seus medos ou limitações. Confie no Senhor e permita que Ele o use poderosamente. Seja a luz que este mundo tanto precisa, levando esperança, amor e cura por onde passar. Que as pessoas possam olhar para você e dizer: “Essa pessoa me trouxe luz e me fez conhecer o amor de Deus”.
Conclusão. A história de eL Seed e o impacto de sua arte em Manshiyat Naser nos lembram do chamado que temos como cristãos de ser luz em um mundo escuro. Não importa quão pequenos ou insignificantes nos sintamos, cada um de nós tem a capacidade de fazer a diferença na vida de alguém.
Então, permita que a luz de Cristo brilhe através de você. Seja corajoso, criativo e compassivo. Alcance os marginalizados, transforme vidas e reflita o caráter de Deus em tudo o que fizer. E não se esqueça de se conectar diariamente com a fonte de toda a luz, buscando a capacitação do Espírito Santo.
Que a sua luz brilhe de tal forma que as pessoas vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai celestial. Seja um Nawartouna, levando a luz de Cristo a todos os cantos escuros deste mundo. E se você se sentiu inspirado por essa mensagem, convido você a visitar o site encherosolhos.com.br, compartilhar e contribuir com esse ministério que tem levado luz a tantas vidas. Juntos, podemos fazer a diferença e iluminar o mundo com o amor de Deus!