O Homem Saudável no Inferno: Entendendo os Ensinamentos de Jesus

O Homem Saudável no Inferno: Entendendo os Ensinamentos de Jesus

Atualizado em: Por: às 19:04

Neste artigo, exploramos os profundos ensinamentos de Jesus em Marcos 9:42-50, onde Ele utiliza hipérboles para destacar a seriedade do pecado e a importância de cuidar dos mais vulneráveis.

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Olá irmãos, hoje vamos mergulhar em um tema profundo e, ao mesmo tempo, fascinante. Vamos explorar os ensinamentos de Jesus em Marcos 9:42-50. À primeira vista, essa passagem pode parecer uma coleção de ensinamentos desconexos, mas, na verdade, há uma ligação clara entre eles. Vamos descobrir juntos como esses ensinamentos se conectam e o que eles significam para nós.

A Responsabilidade com os Pequenos

Jesus começa falando sobre os “pequeninos”, referindo-se aos crentes, especialmente os mais vulneráveis. Ele enfatiza a responsabilidade dos líderes e mestres em cuidar desses pequeninos com um cuidado especial. Isso ecoa a ética do Antigo Testamento, que destaca a importância de cuidar dos mais fracos da sociedade, como viúvas, órfãos e estrangeiros. Jesus usa uma hipérbole forte para ilustrar seu ponto: “Seria melhor ser jogado ao mar do que fazer pecar um desses pequeninos.”

A expressão “fizer tropeçar” nos leva ao próximo ensinamento. Jesus usa uma linguagem forte e hiperbólica para mostrar a seriedade do pecado. Ele fala sobre cortar a mão, o pé ou arrancar o olho se isso nos levar a pecar. Claro, Jesus não está incentivando a mutilação física. Ele está usando uma figura de linguagem para enfatizar o quão desastroso é levar alguém a pecar. O pecado é tão sério que seria melhor perder uma parte do corpo do que continuar pecando.

A questão do inferno é outro ponto crucial. Jesus menciona o “fogo que nunca se apaga”, mas é importante entender que Ele está usando uma hipérbole para ilustrar a gravidade do pecado e suas consequências. A ideia não é que as pessoas arderão eternamente, mas que o pecado tem consequências eternas. O inferno, nesse contexto, representa a separação eterna de Deus, algo que deve ser evitado a todo custo. Jesus quer que entendamos que o pecado é uma questão de vida ou morte espiritual.

A Seriedade do Pecado

A expressão “fizer tropeçar” nos leva ao próximo ensinamento. Jesus usa uma linguagem forte e hiperbólica para mostrar a seriedade do pecado. Ele fala sobre cortar a mão, o pé ou arrancar o olho se isso nos levar a pecar. Claro, Jesus não está incentivando a mutilação física. Ele está usando uma figura de linguagem para enfatizar o quão desastroso é levar alguém a pecar. O pecado é tão sério que seria melhor perder uma parte do corpo do que continuar pecando.

A questão do inferno é outro ponto crucial. Jesus menciona o “fogo que nunca se apaga”, mas é importante entender que Ele está usando uma hipérbole para ilustrar a gravidade do pecado e suas consequências. A ideia não é que as pessoas arderão eternamente, mas que o pecado tem consequências eternas. O inferno, nesse contexto, representa a separação eterna de Deus, algo que deve ser evitado a todo custo. Jesus quer que entendamos que o pecado é uma questão de vida ou morte espiritual.

Na epístola aos Hebreus, há um destaque especial para a sinceridade de propósito que deve caracterizar a corrida cristã rumo à vida eterna: “Livremo-nos de todo peso e do pecado que tão firmemente se apega a nós e corramos com perseverança a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé” (Hebreus 12:1,2). Inveja, malícia, maus pensamentos, maledicências, cobiça – tudo isso são cargas que o cristão deve deixar de lado, se quiser correr com êxito a maratona para a imortalidade. Cada hábito ou prática que conduz ao pecado desonra a Cristo e precisa ser abandonado, seja qual for o sacrifício.

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O Inferno e Suas Consequências

A questão do inferno é outro ponto crucial. Jesus menciona o “fogo que nunca se apaga”, mas é importante entender que Ele está usando uma hipérbole para ilustrar a gravidade do pecado e suas consequências. A ideia não é que as pessoas arderão eternamente, mas que o pecado tem consequências eternas. O inferno, nesse contexto, representa a separação eterna de Deus, algo que deve ser evitado a todo custo. Jesus quer que entendamos que o pecado é uma questão de vida ou morte espiritual.

Na epístola aos Hebreus, há um destaque especial para a sinceridade de propósito que deve caracterizar a corrida cristã rumo à vida eterna: “Livremo-nos de todo peso e do pecado que tão firmemente se apega a nós e corramos com perseverança a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé” (Hebreus 12:1,2). Inveja, malícia, maus pensamentos, maledicências, cobiça – tudo isso são cargas que o cristão deve deixar de lado, se quiser correr com êxito a maratona para a imortalidade. Cada hábito ou prática que conduz ao pecado desonra a Cristo e precisa ser abandonado, seja qual for o sacrifício.

“Se a sua mão leva você a tropeçar”, disse o Salvador, “corte-a; pois é melhor você entrar aleijado na vida do que, tendo as duas mãos, ir para o inferno, para o fogo que nunca se apaga. E, se o seu pé leva você a tropeçar, corte-o; pois é melhor você entrar na vida aleijado do que, tendo os dois pés, ser lançado no inferno” (Marcos 9:43,45). Se, para salvar da morte o corpo, o pé ou a mão devem ser cortados, ou mesmo o olho arrancado, quanto mais interessado deveria estar o cristão em afastar o pecado que resulta em morte eterna!

Conclusão

Deus não observa todos os pecados como sendo de igual magnitude. Há graus de culpabilidade a Seus olhos tanto quanto aos olhos do homem finito. Embora este ou aquele erro possa ser insignificante aos olhos do homem, não o é, porém, à vista de Deus. Nenhum pecado é pequeno à vista de Deus. Os pecados que o homem está disposto a considerar como pequenos podem ser precisamente aqueles que Deus considera como grandes crimes. O beberrão é desprezado e dele é dito que seu pecado o excluirá do Céu, ao passo que o orgulho, o egoísmo e a cobiça seguem sem repreensão. Mas esses são pecados especialmente ofensivos a Deus.

A mente humana é incapaz de calcular o mal causado pela heresia do tormento eterno. A religião da Bíblia, repleta de amor e bondade e abundante em misericórdia, é obscurecida pela superstição e revestida de terror. Quando consideramos as falsas cores com que Satanás pintou o caráter de Deus, podemos entender por que nosso misericordioso Criador tem sido evitado, temido e até mesmo odiado. As opiniões aterrorizantes sobre Deus, que pelos ensinos do púlpito são propagadas pelo mundo, têm feito milhares e até mesmo milhões de céticos e incrédulos.

A teoria do tormento eterno é uma das falsas doutrinas que constituem o vinho das abominações de Babilônia, do qual ela faz todas as nações beberem (Apocalipse 14:8; Apocalipse 17:2). Não dá para entender como ministros de Cristo aceitam essa heresia e a proclamam no sagrado púlpito. Se nos desviamos do testemunho da Palavra de Deus, aceitando falsas doutrinas porque nossos pais as ensinaram, caímos sob a condenação pronunciada sobre Babilônia; estamos bebendo do vinho de suas abominações.

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