A construção do túnel de São Gotardo, uma impressionante obra de engenharia que liga Alemanha, Suíça e Itália, nos ensina valiosas lições sobre perseverança e precisão. Assim como a construção desse túnel exigiu máquinas gigantes e um trabalho constante, a vida cristã também requer esforço contínuo e dedicação. Neste artigo, exploraremos as palavras de Tiago sobre a importância da perseverança na fé e como podemos aplicar esses princípios em nossas vidas.
A Lei da Liberdade. “Aquele que atenta bem para a lei perfeita, lei da liberdade, e nela persevera, não sendo ouvinte que logo se esquece, mas operoso praticante, esse será bem-aventurado no que realizar.” (Tiago 1:25)
Tiago nos aconselha a olhar atentamente para a lei de Deus, não como uma forma de escravidão, mas como um caminho para a liberdade em Cristo. Quando seguimos os princípios do amor e os mandamentos divinos, nos tornamos livres para viver uma vida plena e significativa. A lei não deve nos oprimir, mas sim nos guiar em direção à verdadeira liberdade.
Perseverança na Prática da Fé. Assim como a construção do túnel de São Gotardo exigiu perseverança, a construção de um caráter cristão requer uma prática constante. Tiago enfatiza que a religião não deve ser uma atitude pontual, mas uma parte integral de nossa vida. Devemos ser “operosos praticantes”, fazendo o bem e fazendo-o bem.
Não podemos nos contentar em ser ouvintes que logo se esquecem das palavras de Deus. É necessário perseverar na fé, dia após dia, enfrentando os desafios e as tentações que surgem em nosso caminho. A constância na prática da fé é essencial para o crescimento espiritual e para alcançarmos a bem-aventurança prometida por Tiago.
Precisão e Planejamento. A construção do túnel de São Gotardo envolveu um longo processo de planejamento e precisão, como exemplificado pelo desvio mínimo de apenas 5 milímetros da máquina tuneladora Gabi 1 em relação ao plano original. Da mesma forma, nossa jornada cristã requer planejamento e precisão.
Precisamos estabelecer metas espirituais claras e traçar um plano para alcançá-las. Isso envolve a leitura regular da Bíblia, a oração constante, a participação em uma comunidade de fé e a prática de boas obras. Cada passo dado com precisão e alinhado com a vontade de Deus nos aproxima de nosso objetivo final: uma vida plena e significativa em Cristo.
Libertação do Pecado. Tiago nos alerta que o pecado nos escraviza, enquanto a lei divina nos permite compreender o mundo e viver nele de maneira livre em Cristo. Quando nos afastamos dos princípios de Deus e nos entregamos ao pecado, nos tornamos prisioneiros de nossos próprios desejos e paixões.
No entanto, quando nos voltamos para Deus e seguimos Seus mandamentos, experimentamos a verdadeira liberdade. A lei divina não é um fardo, mas um guia que nos conduz a uma vida plena e abundante. Ao nos libertarmos das amarras do pecado, nos tornamos capazes de desfrutar da paz e da alegria que só podem ser encontradas em Cristo.
Faça sua Parte. Tiago nos lembra que a fé cristã não é uma crença passiva, mas uma prática ativa que requer esforço contínuo. Devemos fazer nossa parte, nos esforçando para viver de acordo com os princípios de Deus e praticando boas obras.
No entanto, é importante lembrar que não estamos sozinhos nessa jornada. Deus está sempre ao nosso lado, pronto para nos ajudar e nos fortalecer. Quando nos dedicamos a fazer nossa parte, Deus faz a Dele, nos capacitando e nos guiando em cada passo do caminho.
Conclusão. A construção do túnel de São Gotardo nos ensina valiosas lições sobre perseverança, precisão e dedicação. Da mesma forma, a vida cristã requer um esforço contínuo e uma prática constante da fé. Tiago nos aconselha a olhar atentamente para a lei de Deus, não como uma forma de escravidão, mas como um caminho para a liberdade em Cristo.
Ao perseverarmos na prática da fé, nos libertarmos do pecado e fazermos nossa parte, nos tornamos capazes de desfrutar da vida plena e abundante que Deus tem para nós. Que possamos nos inspirar no exemplo do túnel de São Gotardo e nos dedicar a construir uma fé sólida e inabalável, dia após dia.
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As tentações fazem parte da vida de todo ser humano, inclusive dos cristãos. Muitas vezes, associamos as tentações a situações dramáticas e intensas lutas internas, mas a verdade é que a maioria delas começa com questões aparentemente insignificantes, relacionadas às nossas emoções e relações. São esses pequenos detalhes que podem minar nossa moral e nos levar a problemas maiores.
“Cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz. Tiago 1:14”
Quando somos tentados a reagir com raiva, orgulho ou inveja, pode ser difícil controlar nossas emoções. É nesses momentos que precisamos de um método eficaz para enfrentar essas situações e tomar decisões coerentes com nossos valores cristãos. É aí que entra o “Método dos Cinco Segundos”.
O “Método dos Cinco Segundos” é uma técnica simples, mas poderosa, que pode nos ajudar a controlar nossas emoções e reagir de forma alinhada com nossos princípios. Ele consiste em três passos principais:
Em um mundo acelerado como o nosso, pode parecer que tirar um momento para refletir é atrasar as coisas. No entanto, essa pausa é essencial para nossa vida espiritual e para o equilíbrio de todo o nosso ser.
Respirar profundamente e dar tempo para que o Senhor nos faça lembrar quem somos e qual é nossa missão não só nos ajuda a resistir às tentações, mas também a desenvolver um caráter propício para o mundo vindouro.
Após a pausa e a reflexão, é fundamental agir de acordo com os princípios cristãos. Isso significa:
Ao agir dessa forma, estaremos mais preparados para enfrentar as tentações e os desafios diários com fé, força e coragem.
Agora que você conhece o “Método dos Cinco Segundos“, é hora de colocá-lo em prática. Sempre que se deparar com uma situação que desperte emoções negativas ou o leve a agir de forma contrária aos seus valores, lembre-se de:
Com a prática constante, esse método se tornará um hábito e você estará cada vez mais preparado para enfrentar as tentações diárias.
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Lembre-se: com o “Método dos Cinco Segundos” e a orientação do Senhor, você tem o poder de superar qualquer tentação e viver uma vida plena, de acordo com os princípios cristãos. Permita que Deus trabalhe em seu coração e guie seus passos, e você certamente colherá os frutos de uma vida abençoada.
Que o Senhor esteja com você, hoje e sempre!
A história de Abraão é uma das mais fascinantes e inspiradoras da Bíblia. Desde o momento em que Deus o chamou para deixar sua terra natal e partir para uma jornada desconhecida, até o teste supremo de sua fé no monte Moriá, a vida de Abraão é um testemunho poderoso da importância de confiar no plano de Deus, mesmo quando não entendemos completamente Seus propósitos.
“Terá tomou Abrão, seu filho, e Ló, filho de Harã, filho de seu filho, e Sarai, sua nora, mulher de seu filho Abrão, e saiu com eles de Ur dos caldeus, para ir à terra de Canaã.” Gênesis 11:31
Quando lemos sobre a decisão de Tera de deixar Ur dos caldeus com sua família, incluindo Abraão, Ló e Sarai, podemos nos perguntar: e se eles tivessem escolhido ficar? Como seria a história se Abraão nunca tivesse deixado sua terra natal?
É tentador especular sobre as possibilidades. Talvez Abraão tivesse se tornado um líder político influente em Ur, ou talvez ele tivesse falado de Deus para as pessoas de sua cidade, levando muitos à conversão. No entanto, o fato é que nunca saberemos o que poderia ter acontecido. O que sabemos é que Abraão e sua família escolheram seguir a vontade de Deus, mesmo que isso significasse deixar para trás tudo o que conheciam.
Ao longo de sua jornada, Abraão enfrentou muitos desafios e momentos de incerteza. Quando Deus o chamou para deixar Harã e ir para a terra que Ele lhe mostraria, Abraão obedeceu sem hesitar. Quando Deus prometeu a Abraão um filho, apesar de sua idade avançada e da esterilidade de Sara, ele acreditou na promessa divina.
Talvez o teste mais difícil da fé de Abraão tenha sido quando Deus lhe pediu para sacrificar seu filho Isaque no monte Moriá. Mesmo sem entender completamente o propósito de Deus, Abraão estava disposto a obedecer, confiando que Deus providenciaria uma solução.
Esses exemplos nos mostram que a fé de Abraão não era baseada em circunstâncias favoráveis ou em uma compreensão completa dos planos de Deus. Em vez disso, sua fé era fundamentada na confiança inabalável de que Deus cumpriria Suas promessas e o guiaria pelo caminho certo.
A história de Abraão nos ensina lições valiosas sobre como viver uma vida de fé. Muitas vezes, ficamos presos a arrependimentos do passado ou preocupados com as possibilidades futuras, esquecendo que a vida acontece no momento presente.
Em vez de nos perguntarmos como teria sido se as coisas fossem diferentes, devemos nos concentrar em confiar no plano de Deus para nossas vidas. Quando entregamos nossa vida nas mãos dEle, podemos ter a certeza de que Ele nos guiará e nos levará a lugares que jamais poderíamos imaginar.
Assim como Abraão, somos chamados a ter uma fé inabalável, mesmo diante de desafios e incertezas. Quando confiamos em Deus e seguimos Sua vontade, podemos superar qualquer obstáculo e alcançar o propósito que Ele tem para nós.
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A história de Abraão nos lembra que a fé verdadeira não é baseada em circunstâncias favoráveis ou em uma compreensão completa dos planos de Deus. Em vez disso, é fundamentada na confiança inabalável de que Deus cumprirá Suas promessas e nos guiará pelo caminho certo.
Ao seguirmos o exemplo de Abraão e entregarmos nossa vida nas mãos de Deus, podemos experimentar a paz e a alegria que vêm de viver de acordo com Seu propósito. Não importa quais desafios possamos enfrentar, podemos ter a certeza de que Deus está conosco em cada passo do caminho, guiando-nos e fortalecendo-nos.
Que possamos, como Abraão, ter uma fé inabalável e confiar no plano perfeito de Deus para nossas vidas. Ao fazermos isso, veremos Sua mão operando de maneiras extraordinárias e testemunharemos o cumprimento de Suas promessas em nossa jornada de fé.
A vida é uma jornada repleta de altos e baixos, momentos de alegria e períodos de dor e sofrimento. É nesses momentos desafiadores que nossa fé é testada e nossa resiliência é posta à prova. No entanto, como cristãos, temos a certeza de que não estamos sozinhos nessa caminhada. Deus está sempre ao nosso lado, pronto para nos fortalecer e nos guiar através das tempestades da vida. Neste artigo, exploraremos o conceito de resiliência cristã, baseando-nos nos ensinamentos da renomada psiquiatra Elisabeth Kübler-Ross e nas palavras de sabedoria encontradas em Deuteronômio 31:6.
Elisabeth Kübler-Ross, uma psiquiatra suíça, dedicou sua vida ao estudo do luto e das situações de perda. Através de seu trabalho pioneiro, ela identificou cinco fases distintas que as pessoas geralmente apresentam ao enfrentar situações de sofrimento: negação, raiva, negociação, depressão e aceitação.
De acordo com Kübler-Ross, aqueles que já passaram por momentos de luta e dor desenvolvem uma sensibilidade e uma compreensão única da vida, tornando-se pessoas mais belas e compassivas. No entanto, nossa sociedade muitas vezes evita enfrentar as adversidades, preferindo passar pela vida sem lidar com as dores inerentes à existência humana.
É nesse contexto que a resiliência cristã se torna fundamental. Como filhos de Deus, somos chamados a enfrentar os desafios de frente, confiando na presença constante do Senhor e na Sua capacidade de nos fortalecer e transformar através das dificuldades.
O texto bíblico de Deuteronômio 31:6 nos oferece algumas chaves essenciais para desenvolver a resiliência cristã. Vamos explorar cada uma delas:
Ao nos apropriarmos dessas chaves, desenvolvemos uma resiliência inabalável, enraizada na fé e na confiança em Deus. Passamos a encarar as adversidades não como obstáculos intransponíveis, mas como oportunidades de crescimento e aprofundamento da nossa relação com o Senhor.
Em João 17:15, Jesus faz um pedido poderoso ao Pai: “Não peço que os tires do mundo, mas que os protejas do mal”. Essa passagem nos lembra que as adversidades fazem parte da nossa jornada terrena e que Deus permite que passemos por elas com um propósito maior.
É nas situações difíceis que somos desafiados a encontrar forças dentro de nós mesmos, forças que talvez nem soubéssemos que possuíamos. É nesses momentos que aprendemos a valorizar ainda mais as bênçãos da vida e a nos conectar de maneira mais profunda com nosso senso de humanidade e com o próprio Deus.
Ao enfrentarmos as dificuldades com fé e resiliência, permitimos que Deus trabalhe em nós, moldando nosso caráter e nos transformando à Sua imagem e semelhança. Cada desafio se torna uma oportunidade de crescimento espiritual, emocional e pessoal, aproximando-nos cada vez mais do Senhor e fortalecendo nossa confiança nEle.
“Tudo posso Naquele que me fortalece.” Filipenses 4:13.
A jornada de Gianna Jessen é um poderoso testemunho de superação. Nascida em 6 de abril de 1977, ela sobreviveu a um aborto salino que deveria ter tirado sua vida. Uma enfermeira, percebendo que Gianna estava viva após a tentativa de aborto, salvou sua vida. Diagnosticada com paralisia cerebral devido ao procedimento, especialistas previram que Gianna nunca seria capaz de andar ou sequer sustentar a cabeça. No entanto, desafiando todas as expectativas médicas, ela não só aprendeu a andar como também vive com uma atitude positiva e inspiradora. Gianna se tornou um símbolo de apoio e proteção aos mais fracos, creditando sua força e perseverança a Jesus.
Em 13 de outubro de 1972, um avião da Força Aérea Uruguaia caiu nos Andes, resultando em um dos mais impressionantes relatos de sobrevivência. Dos 45 passageiros a bordo, apenas 16 sobreviveram. Gustavo Zerbino, um dos sobreviventes, descreveu como a verdadeira luta pela vida começou ao saberem que as equipes de resgate haviam abandonado as buscas. Isolados, sem ajuda externa, eles se agarraram à fé em Deus. Através da determinação e fé, eles perseveraram e, finalmente, foram resgatados. Este episódio exemplifica a força da fé e a resiliência do espírito humano diante das mais extremas adversidades.
Independentemente dos desafios que enfrentamos, é crucial lembrar que nunca estamos sozinhos. Jesus está sempre ao nosso lado, oferecendo força e coragem para enfrentar qualquer adversidade. Ao seguir Seu exemplo, podemos responder às situações difíceis com bondade, amor e determinação. A vida e o amor devem prevalecer, conforme os ensinamentos de Jesus. Devemos transformar adversidades em oportunidades, responder à rejeição com abraços e à violência com carinho. Isaías 53:5 nos lembra que “Jesus foi traspassado por causa de nossas transgressões e ferido por nossas iniquidades, e é pelas Suas feridas que somos curados.”
Assim como Gianna Jessen e os sobreviventes dos Andes, todos nós temos a capacidade de superar dificuldades com a ajuda de Deus. Em Filipenses 4:13, Paulo afirma: “Tudo posso Naquele que me fortalece.” Esta declaração poderosa nos lembra que com fé em Deus, podemos enfrentar e vencer qualquer adversidade. Nunca estamos sozinhos em nossas lutas; a fé em Deus nos fortalece e nos capacita a triunfar.
Que a história de Gianna Jessen e dos sobreviventes do acidente nos Andes inspire a todos a manter a fé e a coragem diante das dificuldades. Com a ajuda de Deus, podemos superar qualquer desafio e emergir vitoriosos, vivendo vidas de amor e compaixão, refletindo a luz de Jesus em todas as situações.
Muitas pessoas desejam viver confortavelmente, sem problemas e com tranquilidade. No entanto, essa realidade nem sempre é possível, já que o mundo está cheio de tribulações e dificuldades. A paz que Jesus nos oferece não é simplesmente um conforto, mas sim uma plenitude interior e certeza nos momentos de aflição. A confiança em Deus traz uma segurança vital que nada pode substituir. É possível ter paz, mesmo em meio à guerra.
O livro Paz na Guerra, do escritor Miguel de Unamuno, fala sobre sua infância e juventude em meio a canhões, escombros, combates e mortes. Embora o título do livro pareça enfatizar a paz, o romance analisa as questões sociais que levaram às batalhas, descreve massacres e separação de famílias. A ideia é enfatizar a guerra e a perda de fé de Unamuno. Sem fé não há esperança e sem esperança é difícil falar de paz.
No romance de nossa existência, porém, a paz celestial é a protagonista. É um tipo de paz que só Deus pode dar. Aqueles que confiam no Senhor experimentam uma paz que vai além da comodidade e do conforto, uma satisfação que está presente mesmo nos momentos mais complicados. A fé é a fonte de esperança que nos permite enfrentar as tribulações e lutar por dias melhores.
A experiência da paz na guerra pode ser vista em situações cotidianas. Um ente querido de 21 anos com leucemia que não teme a morte; um pai que fala da esperança da ressurreição ao lado do corpo do filho; familiares que falam das coisas engraçadas que o pai recém-falecido dizia; e uma mãe que canta uma canção de ninar para o filho após uma enchente. Essas experiências mostram que a paz pode ser encontrada mesmo nas circunstâncias mais atrozes.
Apesar das guerras e tribulações que enfrentamos neste mundo, ainda podemos experimentar a paz que Jesus nos oferece. Ele já venceu e continua vencendo a cada dia, e nos convida a nos unir a Ele em Sua vitória. A paz do Céu conservará tranquilo o nosso coração, enquanto a confiança em Deus nos dá a segurança vital que nada mais pode fornecer.
Eu encorajo você a experimentar essa paz e confiar em Jesus como um guia e protetor em tempos de guerra e aflição.
Se nos apoiássemos nesse texto de Tito fora do seu contexto, poderíamos chegar à conclusão de que devemos nos ocupar continuamente com as boas obras e que, dessa maneira, talvez possamos obter a salvação. No entanto, é só você ler os versículos anteriores para verificar que não é assim. Paulo deixa bem claro que a salvação é uma manifestação da bondade e do amor de Deus e que a recebemos pela misericórdia de Cristo e a renovação no Espírito Santo. As obras de justiça não contam para a redenção. Paulo também afirma que, após abrigarmos essa verdade em nosso coração, devemos nos ocupar com as obras de misericórdia, isto é, viver com Cristo em tamanha intensidade que isso se reflita em nossas ações, e que cresçamos naquilo que é virtuoso.
É isso que Ellen White apresenta ao se referir a Jesus, nosso modelo: “Nosso Salvador era a luz do mundo; mas o mundo não O conheceu. Ele estava constantemente empenhado em obras de misericórdia, derramando luz sobre o caminho de todos; todavia, não chamava a atenção daqueles com quem Se misturava para que contemplassem Sua incomparável virtude, Sua renúncia, sacrifício e benevolência. […] O mais precioso fruto da santificação é a graça da mansidão. Quando essa graça reina no coração, a disposição é moldada por sua influência. Há uma contínua confiança em Deus e uma submissão da própria vontade à Dele” (Conselhos Para a Igreja, página 51).
Sugiro que você faça como o nosso Mestre. Ajude a suprir as necessidades dos outros: dê de comer ao faminto, de beber ao sedento, abrigo ao sem-teto, roupa ao desnudo, companhia aos enfermos e aos presos. Dê também conhecimento ao ignorante, conselho ao necessitado, correção ao equivocado, consolo ao triste, respeito ao que é diferente e perdão para todos. Você verá que essas coisas não determinam sua salvação, mas revelam seu caráter.
As obras podem não garantir nossa entrada no Céu, mas são uma evidência de que fomos salvos por Jesus. Por isso, Deus e as pessoas esperam frutos de nós. Vamos fazer a diferença no mundo com nossas boas obras!