A marca da besta
Os que recusarem o último convite dos três anjos para adorar a Deus em Seu dia santo e que adorarem a besta em seu falso sábado, domingo, receberão a marca da besta.
Como a Bíblia revela a ira de Satanás? Por que o diabo está irado com o povo de Deus no tempo do fim? Apocalipse 12:12,17; Apocalipse 13:7
Apocalipse 12 descreve o conflito cósmico entre Cristo e Satanás ao longo dos séculos. Seu clímax é o ataque final de Satanás ao povo de Deus. Apocalipse 13 apresenta os dois aliados do dragão, a besta do mar e a besta da terra. Esses dois poderes se juntam a ele para guerrear contra o povo de Deus.
Leia Apocalipse 13:4,8,12,15; Apocalipse 14:7,9-11. (Ver também Apocalipse 15:4; Apocalipse 16:2; Ap 19:20; Apocalipse 20:4; Apocalipse 22:9.) Que tema-chave aparece em todos esses versos?
Observe o contraste: as pessoas adoram o Criador ou adoram outra coisa. O Criador é digno de adoração (Apocalipse 4:11). A controvérsia entre Cristo e Satanás começou no Céu sobre adoração: “Subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo” (Isaías 14:14). Satanás queria a adoração que pertencia apenas ao Criador. Ele tem êxito por meio da atividade da besta do mar (Apocalipse 13:4).
A besta do mar é a mesma que o chifre pequeno, que tentaria “mudar os tempos e a lei” e exerceria autoridade por 1.260 “dias” proféticos, isto é, por 1.260 anos (Daniel 7:25; Apocalipse 13:5). A única parte dos Dez Mandamentos que trata do tempo é o quarto mandamento. Esse poder tentou mudar o dia de adoração do sábado para o domingo.
Procurar mudar o dia de adoração, o sábado do sétimo dia, que Deus deu como sinal de Sua autoridade (Êxodo 31:13; Ezequiel 20:12, 20), é uma tentativa de usurpar a autoridade divina no nível mais básico possível. Nesse ponto está o foco do conflito final sobre a verdadeira e a falsa adoração.
O Apocalipse identifica os fiéis como os “que guardam os mandamentos de Deus” (Apocalipse 12:17; Apocalipse 14:12). Isso inclui o sábado, não o domingo. Os que recusarem o último convite dos três anjos para adorar a Deus em Seu dia santo (Isaías 58:13) e que adorarem a besta em seu falso sábado, domingo, receberão a marca da besta.
Estudo da Semana
- Sábado: O fundamento do governo de Deus;
- Domingo: O santuário e a lei;
- Segunda: A imutabilidade da lei de Deus;
- Terça: O sábado e a lei;
- Quarta: A marca da besta;
- Quinta: As três mensagens angélicas;
- Sexta: Por que nossos grandes homens não compreendem essa questão do sábado?.
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A grande controvérsia entre o bem e o mal assumirá proporções cada vez maiores até seu desfecho. Em todas as eras, a ira de Satanás tem se manifestado contra a igreja de Cristo; e Deus tem derramado Sua graça e Espírito sobre Seu povo para habilitá-lo a permanecer de pé diante do poder do maligno. Quando os apóstolos de Cristo receberam a incumbência de apresentar o evangelho ao mundo e registrá-lo para as gerações futuras, foram especialmente capacitados pela iluminação do Espírito.
No entanto, à medida que a igreja se aproximar de sua libertação final, Satanás agirá com intenso poder. Ele está “cheio de fúria, sabendo que pouco tempo lhe resta” (Apocalipse 12:12). Atuará “com todo poder, sinais e prodígios da mentira” (2 Tessalonicenses 2:9). Durante 6 mil anos, essa poderosa mente, que uma vez foi a mais elevada entre os anjos de Deus, tem se dedicado completamente à obra de engano e destruição. E a mais profunda perícia e astúcia satânicas adquiridas, bem como toda a crueldade desenvolvida durante essa luta de tantos séculos, serão usadas contra o povo de Deus no conflito final. Nesse tempo de perigo, os seguidores de Cristo deverão apresentar ao mundo a advertência quanto ao segundo advento do Senhor; e um povo deverá se preparar para permanecer de pé diante Dele, em Sua vinda, sem mácula e irrepreensível (2Pedro 3:14). Nesse tempo, como nos dias dos apóstolos, a igreja terá necessidade de uma dotação especial de graça e poder divinos (O Grande Conflito, página 9, 10).
O dever de adorar a Deus se baseia no fato de que Ele é o Criador e que a Ele todos os outros seres devem a existência. E cada vez que a Bíblia apresenta o direito de Deus à nossa reverência e adoração acima dos deuses pagãos, menciona as provas de Seu poder criador. “Todos os deuses dos povos não passam de ídolos; o Senhor, porém, fez os céus” (Salmo 96:5). “A quem, pois, Me comparareis para que Eu lhe seja igual? – diz o Santo. Levantai ao alto os olhos e vede. Quem criou estas coisas?” (Isaías 40:25, 26). […] Disse o salmista: “Sabei que o Senhor é Deus; foi Ele quem nos fez, e Dele somos” (Salmo 100:3). “Vinde, adoremos e prostremo-nos; ajoelhemos diante do Senhor, que nos criou” (Salmo 95:6). E os seres santos que adoram a Deus nos Céus declaram porque Lhe é devida sua homenagem: “Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque Tu criaste todas as coisas” (Apocalipse 4:11; O Grande Conflito, página 367, 368).
Se o sábado tivesse sido universalmente guardado, os pensamentos e afeições dos seres humanos teriam sido dirigidos ao Criador como objeto de reverência e culto, e jamais haveria idólatras, ateus ou incrédulos. A guarda do sábado é um sinal de lealdade para com o verdadeiro Deus, “Aquele que fez o céu, e a Terra, e o mar, e as fontes das águas” (Apocalipse 14:7). Portanto, conclui-se que a mensagem que ordena aos seres humanos adorar a Deus e guardar Seus mandamentos apelará especialmente para que observemos o quarto mandamento (O Grande Conflito, página 368).
Título: O Grande Conflito.
Autor(a): Mark Finley.
Tradução: Fernanda Caroline e Camila Rodrigues.
Editora: CPB.
Ano: 2024.
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